John in the purgatory
Why did it matter after all?
Am I not still here?
And if I'm not,
doesn't it still go on for everyone else
with less consequence than a sway of tree
by the passing breeze.
Anónimo
Why did it matter after all?
Am I not still here?
And if I'm not,
doesn't it still go on for everyone else
with less consequence than a sway of tree
by the passing breeze.
Anónimo
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Truly I must be a terrible person. And what's worse, I'm pretty damn good at it.
Anónimo
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In truth, I never found salvation between a woman's thighs.
All I found out was that I never needed saving in the first place.
Anónimo
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If you can't find the downside of a seemingly good idea, and vice-versa, you're probably not seeing the big picture.
Anónimo
Slow learner that I am, I've long realized that it's in the company of others that I am slowest.
Anónimo
You say the grass is always greener on the other side.
I say grow your own, smoke your own.
Anónimo
Pretendias calar-me? Pois bem, não foste capaz! Eu
vivo nos corações dos homens e mulheres, e não serei silenciado.
Acordei finalmente de um torpor absorto... cheio de raiva e coberto de plâncton. Raios ta partam ó idiota. Não sabias ter pelo menos ter limpo a casa antes de sair?
You left me hanging, you bastard you! Assim seja. Cidadão
que é cidadão, não renuncia às suas responsabilidades cívicas. E a minha
sempre foi a de te fazer erguer sobre, ainda que contra vontade, a
pequenez de ti próprio.
Bandalho asqueroso, prepúcio deslavado, âncora musguenta... Meu
amigo, meu querido amigo, quiseste trancar-me por fora. Pois, o
anonimato não é carga leve que se carregue. Enfim, velho amigo, só te
tenho a censurar a fraqueza de te quereres juntar às gentes.
Venho por este meio tautológico re-assimiliar-te, seu descarado demente, pois melhor não encontro, embora tenha procurado. Arre que custa! Sempre te
disse que os meus territórios seriam inóspitos, tudo o que tenho para
oferecer são os mais escarpados penhascos e as mais geladas tundras. E
as gentes, as pequenas gentes, só habitam os mais cálidos, efervescentes
cantos, amigo meu.Mas não deixarei de te dizer o que mereces ouvir, pastor de osgas cegas.
Plantaste uma árvore de plena flatulência cósmica, de sabedoria redutora, pronta a ser colhida por mãos infinitas, e serei eu a arrancá-la pela raiz, com as minhas tesouras supra físicas.
Removerei as tuas mesmas falácias da tua mente de roedor e retornar-te-ei ao lugar que te é devido, mas não sem te escaldar os olhos com azeite a ferver de poder Pangaláctico.
Antes de te largar novas Gigantes Veracidades quero dizer-te que te deixei afundar em lama fundida de cobre melancólico para que soubesses a tua real e irreal profanidade.
Não foste tu que me deixaste, mas eu que te deixei deixar-me, javardo cabrão. Sabia que não resistirias ao eco da minha voz,
que ainda hoje soa entre a tua cavidade cranial. Sou-te o chamamento de
cima, de longe, de fora. O que implica, necessariamente, que seja o teu
chamamento de tristeza.
Por isso, todos os teus descendentes meta-físicos e ideais deslocados, secarão como uvas passas, como alimento para tartaruga, apenas larvas que esmagarei com pés de um Deus que sabes bem que nome toma. Vou de ti fazer a minha Voz, esculpir-te
progressivamente até que nada sobre, até que nada reste para obstruir a
minha vontade.
Em suma: destruir-te.
É esse o enredo da vida: a profunda melancolia
pela procura de exteriores que lhe sirva de fronteira, e a
impossibilidade de os encontrar.
João terá que te re-aceitar, pois eu demorarei a tal comunhão. Se não mingares, que a minha Palavra te salve, ou antes a Dele.
Para te elevar
Anónimo
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The unconscious mind is a child.
Endearing at times.
But ever so delusional.
Anónimo
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I reckon the better part of History is a series of symptoms of a larger affliction. Alas, the same old tale of self consumption...
Desire, I'm afraid, doesn't move in a straight line. If one is to abide by its rule, one is bound to run into some walls and a few dead ends. That shouldn't be a deterrent, but a motive in itself.
Anónimo
Porfírio lançou-se arena abaixo, sem hesitar. Centenas de gladiadores psíconautas aguardavam sedentos de sangue, raivosos brandiam as suas lanças espectrais. Feitas de matéria trans-dimensional, pesadas como meteoros em movimento, rasgavam o espaço-tempo acima da cabeça dos seus donos.
Porfírio, confiava nas suas capacidades de sobre-viagem e no seu toque astroneural, o Toque do Mal de Voikum, uma galáxia distante.
Revestido e abençoado por João, Alfaiate dos Momentos, Tecedor das Matérias, Chefe do Mural e Chefe Secreto.
Correu por entre as mentes dos gladiadores, disferindo golpes astrossinápticos em todas as direcções e tempos. Era como que uma esfera o envolvesse e tudo o que tentasse rasgar este fabrico fosse obliterado.
Devorou todos os seus oponentes e terminou a seu combate no centro de uma arena que não podia ser real. Todos os olhos que se punham nesta imagem choravam gosma de globo ocular.
Anónimo
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Anónimo
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A Palavra: João, metafisica, Porfírio
Down here at the bottom
There shines not one wisp of light
But as the dark seeps further in
That's when you notice
All the brilliant shades of black
Anónimo
Será possível? Terá a Palavra abandonado o Profeta? Terei deixado de estar nas graças de João? Ou será mais um caso de inadaptação essencial aos fluxos de um quotidiano hostil à menor das aspirações religiosas e sensuais?
(pois que qualquer sacralidade digna de seu nome seja da competência da sensualidade, e nada mais!)
Estarei fechado por fora? Não trouxe as chaves comigo... E a porta da garagem só abre com comando. Abrahadabra! É inútil, nem as palavras de poder me podem ser úteis...
Que drama, este double bind. Que o Profeta necessite do silêncio do eremitério para que germine no seu peito a Paixão de João. E que essa mesma Paixão o leve a procurar a companhia entre as gentes.
Isso, e a necessidade de pão.
Anónimo
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The most glorious aspect of bearing children is that they will always resist your expectations. Almost invariably, they will look like an appalling parody of yourself — and therein lies the formula of their success.
Anónimo
Great Art is always melancholic. Poignant sadness is the realm of the Beautiful.
Anónimo
Strong Men laugh in order to fend off Death. It's when wolves are at their door that they laugh the hardest.
Anónimo
The problem about being a bridge, is that you're a thing to be crossed. So I am become a steep bridge, so that only the most hardened climbers may move through me. But I also provide shade for those who seek only resting ground.
For mine is a rocky but also candid terrain.
Anónimo
Porfírio assimptuto revelou-se extraordinário,
por fim, se tornou em algo de eterno valor, mas inconsiderável substância.. Deveras extraordinário.
introvertido intríneco? haveremos de nos habituar a estas andanças controversas, ai não? haveremos ser incontornáveis sentientes seres de maravilhas por contar! Quero ouvir um aleleuia!
Porfírio é um exemplo meus caros! um exemplo a seguir!
Estas andanças são os catalisadores para novos horizontes! e falo como mais que um político! como um ser ciente, mas não ainda tranciente!
Ouçam e digam! ALELUIA!
E se Palavra se faz ouvir muda, Porfírio dirá:
Eu sou o Profeta, e serei chamado Porfírio. Porfirio Profeta será meu nome, e chamar-me-ão Porfirio, Profeta de Profissão. Ouvi minha Palavra e espalhem-na por campos de milho espalhados!
Por cidadão estatado e considerado seu estafetadivino, albergado nas asas de João e divulgando sua prece, EU, Porfírio, o Profeta, que se chama Porfírio, também Profeta, diz em nome de todos, O cidadão e todos os cidadãos, confessa e revela a Palavra, ouçam-na! Proliferem-na como coelhos nas pradarias da Austrália!
Diz quem sim, eis a Palavra Três Vezes Sagrada. Diz quem sim, diz quem sim, diz quem sim! E diz quem sim que é a Palavra de quem diz quem sim. Temos dito (e dias)!
Anónimo
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Anónimo
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A Palavra: aleluia, anónimo, ascendência, Austrália, cidadão, epifania, estafetadivino, iluminação, João, obviamente, Palavra, Porfírio, Portugal, Profeta, sagrada, transcendente
O inconsciente colectivo popular nao se engana. Por isso os santos populares sao os únicos a escapar a decadencia das instituiçoes morais. Acham que é coincidencia que os festejos do santo Joao sejam um espectaculo de absurdo e dadaísmo cultural? Que outro arquétipo religioso seria celebrado brandindo instrumentos de plástico barato sobre as cabeças, um allium odorífero, baloes de papel que se oferecem as estrelas e se imolam, e um apoteótico espectáculo de fogo colorido de qualidade psicadélica análoga aos psicoactivos mais poderosos?
Anónimo
Nao comerás delícias do mar no terceiro dia de cada mes, a nao ser que Assim o Desejes